Fiat Lux!

Nome: Anjo, Arcanjo, Caído, Guardião

Local: Abismo, ou até onde minhas asas puderem alcançar-te

O que amo: Aqueles a quem protejo

O que odeio: Tantas coisas que não vou nomeá-las, deixarei que descubram com o passar do tempo

O que não tolero: Que brinquem com os sentimentos. Sejam meus, seja daqueles a quem protejo.

Minhas Metas: Não há metas, pois nunca se sabe para onde os ventos hão de me soprar e o que vou enfrentar.

O que está escrito na lança: "Deseje o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que conseguir". - Ditado Árabe que jamais deve ser esquecido.

Direitos Autorais: © Todos os direitos são reservados. Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610 de 19/2/98. Violá-los é crime estabelecido pelo Artigo 184 do Código Penal Brasileiro. Se você quiser copiar, não esqueça de divulgar a autoria.

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"Reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstra sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras..."


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    9:03 PM
     

    Visões – Parte I


    Estava em meu corpo mortal, caminhando em um terreno, um local que apesar de estranho, parecia um tanto quanto familiar. Não muito longe de mim, estavam aqueles que caminham ao meu lado desde outras vidas terrenas. Não sendo caídos ou até mesmo meus antigos irmãos, o elo se mantém firme com os mortais por eras.
    Mas eu sabia que cada qual possuía sua missão, mergulhando nos intricados corredores de um labirinto moldável.
    Destino sabia o que fazia e era chegado o momento de algo mais ser resgatado.
    Risadas. Jovens que se aglomeram em suas tribos de orgulho arraigado em seus incautos passos. Minha forma humana era necessária no momento em que encontrei aquela forma de vida divertida em sua ingenuidade.
    - Você sabe o que é isso? – Perguntou-me vitoriosa em seu sorriso prepotente, mostrando três grades que se encaixavam perfeitamente em seus desenhos intrincados.
    Apenas ergui meus olhos, buscando os dela para depois voltar os detalhes daquela bela armação férrea.
    - É o livro de Lúcifer, o primogênito. Aquele a quem chamam de Estrela da manhã, o mais belo dos belos e mais sábio de todos os anjos. Que tivera sua queda devido ao seu orgulho...
    - Eu sei quem ele é. – Cortei-a sem cerimônia alguma, mostrando desinteresse no conhecimento dela, pois o que me chamava a atenção ali era justamente o que agora estava sobre a mesa, entre as minhas mãos.
    - Você não conseguirá ler. Apenas uma verdadeira bruxa, consegue ver as páginas e dominar o conhecimento que este poderoso livro possui.
    Suspirei, deixando um indício de riso abafado, escutando toda aquela arrogância, enquanto abaixava meu corpo, mantendo as mãos sobre a mesa. As pessoas que observassem as grades vazadas pensariam que a dita bruxa estava abusando da sorte e quantas pessoas mais acreditariam naquela farsa que ela defendia com tamanha afirmação.
    Meus olhos esmiuçavam cada vez mais, à medida que meu corpo reclinava para trás e pequenas ondulações fluidas, começavam a borrar a visão da estampa atoalhada.
    Murmurei em um quase sibilar algo, abrindo a primeira grade serenamente. Meus dedos acariciavam o toque frio que percorria meu corpo e o sadismo tomava conta de meus lábios.
    Pude sentir minha pele se arrepiar em um doce frisson, com a presença do medo de quem estranhamente silenciara.
    - Obrigada... Bruxa...
    Ri baixo, em posse do livro, percebendo que a “verdadeira” bruxa não mais se encontrava ao meu alcance.
    Não poderia ter sido mais perfeito, do que receber em mãos, aquilo que um dia fora roubado e que busquei por tanto tempo.
    - Não demorará muito mais...


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 9:03 PM
    1 :... Encontre a si mesmo ...:

    4:21 PM
     

    Batalhas - Último Ato


    A última batalha estava por vir, uma das mais fervorosas que eu devia enfrentar.
    Ali não estariam no tabuleiro a Rainha de uma Floresta de Espinhos, o Rei de uma Palácio Elétrico, ou uma Bruxa que veste uma máscara a qual não lhe pertence.
    Não... Ali não reinariam fantasias, batalhas de egos, ou qualquer coisa que o valha.
    - Vá!
    Eles disseram...
    Não os alter egos, máscaras teatrais, ou coisas frívola demais...
    Ali falavam, Anjos, Arcanjos, Guerreiros, Caídos, Demônios, Deuses e Criador...
    Minhas asas me levaram, para além das terras medievais e paradoxais.
    Pontos nodais perderam sentido, à medida que o mundo ía ruindo.
    Sentimentos mortais, tolos que se misturam com as sombras do abismo e o ódio fervente dos caídos.
    Acusações, onde deveria reinar paz.
    Lágrimas que abundaram em uma dor imensurável, inominável na tentativa de afogar , apagar, dilacerar, quem sabe mais?
    E então a escuridão, o silêncio e a paz...
    Olhos eram fechados, na busca dos sons de grilhões tão bem representados...
    Nada...
    As Asas Negras mais uma vez estavam libertas, para se aprisionarem ao eterno buscar, procurar do alvorecer das mentes humanas, das mentes perturbadas, acalentadas pelo negrume que cega, que consola, que abraça, que sufoca...
    - Não és este negrume que te acusas...
    Sou... Não sou... Talvez sou... Não sou... Não serei... Sou o Caos... Sou a Vida... Sou a Morte... O Início... o Fim...
    E a todos que viram um Anjo de Asas Negras, que oscilava entre dois mundos, ou na alegria e tristeza... Agora compreendam que certos lacres só são rompidos, após uma morte...
    Que as sombras do Abismo se espalhem livres por este mundo...
    Pois este é o reino que habito.


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 4:21 PM
    1 :... Encontre a si mesmo ...:

    3:34 AM
     

    Quando mostramos os pensamentos


    Muitos se silenciam.
    Muitos permanecem na resignação.
    Mas alguns ousam ir além do silêncio.
    E mesmo mostrando nossos pensamentos...
    Mesmo que sejamos punidos...
    A vontade do Pai, desta vez tornou-se Nossa Vontade.


    Fiat Voluntas Tua, tradução para o latim de Seja Feita Vossa Vontade, procura explorar as contradições entre o sagrado e o profano existentes nos conflitos internos de anjos e demônios dentro de cada um de nós.Tais personagens, muitas vezes estereotipadas de forma maniqueísta, tiveram seus devidos potenciais supridos em suas forças, profundidades e até mesmo ambiguidades.
    Com a intenção de suprir essa lacuna, a Editora Multifoco elaborou uma antologia que aborda a fundo a alma desses seres, ao mostrar que eles também sofrem de conflitos internos e, às vezes, deparam-se com situações que coloca em xeque a cega fidelidade com que seguem seu Criador.
    No fogo cruzado desse conflito, quando anjos e demônios são contaminados por dúvidas, não seriam anjos e demônios peões de mesmo valor, separados apenas pelo lado do tabuleiro? Este é apenas um dos questionamentos de um livro que, acima de tudo, nos provoca reflexão.

    CERIMONIAL

    O lançamento de Fiat Voluntas Tua está marcado para o dia 6 de junho, às 18 horas. O local do evento é o Espaço Multifoco, localizado na Avenida Mem de Sá, 126, no bairro da Lapa, centro do Rio de Janeiro. Está confirmada a presença de autores e editores, assim como uma sessão de autógrafos.


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 3:34 AM
    0 :... Encontre a si mesmo ...:

    12:23 PM
     

    Peças que se encaixam – Parte IV


    Leia também:
    Peças que se encaixam
    Peças que se encaixam - Parte II
    Peças que se encaixam - Parte III
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    “Resta-te apenas descobrir quem é esta verdadeira face”.
    Por quanto tempo voei sobre os prados verdejantes ou pela floresta de espinhos?
    O quanto espreitei os muros daquele castelo, escutando as cantorias do bardo e até mesmo de andarilhos, lordes e rei?
    Quantas vezes respirei fundo, sentindo minhas asas eriçarem e se aprumarem até o momento em que as trevas do Abismo e luz do Conhecimento bailaram em sussurros sibilantes?
    Meus olhos distanciavam-se cada vez mais escutando o passado que se desfiava as mãos habilidosas de Fúrias sedentas e famintas da energia que haviam conseguido capturar ou machucar.
    “Descubra de quem é a verdadeira face”.
    Minhas asas eram rasgadas, derramando sangue ao solo. Corpo mutilado de uma batalha que exigia minha presença constante no Abismo.
    Asa, mãos, lança...
    Tudo se movia sinuosamente, recolhendo vestígios, traços deixados de lado por seu tamanho insignificante às mãos de outrem.
    Vozes, ecos, estilhaços...
    Meus olhos mantinham-se fechados, buscando as respostas que se mantinham ocultas a olhos vistos.
    Cristais partindo...
    Meus lábios pronunciam o nome há muito não dito.
    - Moloch!
    Palavras chegavam confusas ao meu ouvido.
    - Moloch!
    Mais asas se estremecem a medida que pronuncio aquele nome.
    - Moloch!
    Lágrimas guardadas rompem o semblante e o coração endurecido grita aquele nome.
    Preocupações, rodeares, as sombras ganharam sua passagem.
    Um respirar profundo, a sensação tão bem conhecida e a certeza de que minhas asas ainda têm muito a se abrirem.
    - Irás continuar sua busca?
    - Ela nunca cessou... Príncipe do Reino das Lágrimas.


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 12:23 PM
    1 :... Encontre a si mesmo ...:

    1:50 PM
     

    Peças que se encaixam – Parte III


    Leia também:
    Peças que se encaixam
    Peças que se encaixam - Parte II
    -----------------------------------------------

    O aperto no coração aumentava, junto aos clamores que exigiam minha presença.
    Inquietação...
    Meu corpo estava cercado de mortais e de alguns dos caídos. Eu os escutava e por vezes sussurrava algumas palavras. Mas aquela presença era uma constante que me chamava e que usava antigos laços.
    Não poderia me atrasar mais, não quando se tratava daquela presença e com modo cortês me afastei daqueles que me rodeavam.
    - Clamaste meu nome... – Murmurei no lugar de nosso encontro.
    - Sabes que lugar é este?
    Sim, eu sabia que local era aquele. O Ambiente estava permeado de dor e sofrimento, da angústia de um inocente que fora violado e sacrificado em nome da depravação e insanidade momentânea. Meneei a cabeça em afirmação.
    - Tens sofrido demais. Tua paz baseia-se em resignação de um acaso que não lhe pertence.
    - Eu me encontro bem, Az...
    - O que vês? – interrompeu-me, antes mesmo que eu acabasse de pronunciar seu nome.
    Ele sabia como me fazer ir além daquilo que eu estava observando. Minha alma se inquietava, minhas asas se eriçavam...
    Ao horizonte eu via o Abismo crescendo junto às nuvens de tempestades vindouras. O sinal de que muitas revelações seriam feitas em breve e que eu deveria me preparar para cada uma delas.
    - Chame-o. Invoque-o. Peça que ele clame teu verdadeiro nome, não pelo qual adotaste.
    A exigência me causava calafrios, algo estava errado e ele estava tentando ser sutil por sua parte. Mas a sutileza dele sempre me causou arrepios.
    - Um dia nos encontraremos e quando eu falar teu verdadeiro nome, sentirás teu coração parar e o mundo sumirá sob teus pés.
    Não era uma ameaça, mas uma promessa. Meu corpo tremia, pois sabia por antecipação as insinuações daquelas palavras sussurradas ao vento.
    - Abra tuas asas. Rompa estes últimos grilhões... Exija teu verdadeiro nome...
    Meus olhos se fechavam perante o frio que tomava conta de meu corpo e ao abri-los, meus lábios invocaram aquele nome.
    O mundo girou ao meu redor, enquanto as palavras fluíam enigmáticas, buscando serem interpretadas e decifradas.
    A tensão crescia à medida que as respostas vinham de forma errada. Outras asas cresciam às minhas costas e ele alcançara quem queria alcançar. Desafiava-o, rompendo as sombras do Abismo em sua espada flamejante. Ganhava um sadismo cruel e sarcástico ao tomar a forma de Esfinge que mostrava suas presas e avançava por não ter sido decifrada.
    - Eu não me lembro! – Gritou o desafiado.
    Com sorriso aos lábios e corpo suado, os olhos daquele que me invocara me buscaram.
    - Vês? Resta-te apenas descobrir quem é esta verdadeira face.
    Meu corpo caía cansado, com as últimas palavras dele em minha mente e por um momento o mundo sumiu sob meus pés e meu coração parou por breves instantes...
    Mas isso havia sido apenas a lembrança do que ainda estaria por vir...
    - Azazel... Sua sutileza sempre me assombrou.


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 1:50 PM
    0 :... Encontre a si mesmo ...:

    3:42 PM
     

    Peças que se encaixam - Parte II


    Leia também:
    Peças que se encaixam
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    Meus olhos se mantinham baixos. Há algum tempo ele se encontrava unido a minha essência. Mais tempo comigo que por outros cantos sondando os humanos. Estava ferido de modo profundo e sentia suas feridas se abrirem à medida que o tempo ia passando e seus olhos presenciavam o feito dos demais.
    - Como agüentas? – murmurou-me vendo a quantidade de cicatrizes que se espalhavam por meu corpo e asas.
    Com um gesto, abri uma fenda ao Abismo para que sua essência se sentisse mais liberta e ele pudesse caminhar ao meu lado.
    - A cada nova encarnação, eu reaprendo, vivencio as mesmas batalhas e feridas.
    Suspirou em comum acordo que tinha comigo, pois sentira cada batalha que vivenciei, antes de despertar em sua atual vida que deixara de lado.
    - Mas não desistiras como desisti, como há muito venho desistindo.
    Abaixei meu semblante, mostrando meu lado pensativo, deixando minhas asas se abrirem portentosas, abrindo fendas no espaço-tempo. A cada fenda, uma janela tomava forma. Janelas de sofrimentos, de vidas, de amores sofridos, não realizados, não consumados; amores violentos, intensos, explosivos; amores raros felizes, por breves momentos e então um abraço.
    - Feche-as... Eu... Não suporto mais ver isso... – Murmurou-me de modo débil.
    - Não tenhas pena do que viste meu irmão, pois são estas marcas que tornaram mais forte quem nos libertara.
    A voz vinha baixa, grave, de modo imponente.
    Assustado vira-se buscando com os olhos quem o repreendera, mantendo o abraço em volta de quem mostrara tantas batalhas e seu coração surpreendera ao ver aquelas asas que mudam de cores como convém ao portador delas.
    - Liberto! Mas...
    Suspirei-me soltando do abraço que tentou me proteger e murmurei.
    - A mais tempo do que imaginas, nós nos encontramos. A mais tempo do que eu imaginava, ele se mantinha desperto... Mas o último grilhão apenas fora rompido, quando a venda retirei de meus olhos...
    Incredulidade pude sentir as asas dele e meu guardião, repreendeu-o mais uma vez.
    - Não ouses fazer isso, nosso irmão já sofreu por tempo demais...
    E uma janela permaneceu aberta...
    Com cena tão pesada se repetindo...
    Um corpo, caído ao chão, tão cheio de feridas e lança cravada perto do coração... Lágrimas que escorriam de quem segurava aquele corpo aos braços em sussurro tão desesperado...
    - “Por que me seguiste?”
    Interrompi a cena, fechando a janela antes do desfecho...
    - Por que fechaste? Por que o seguiras? Como agüentas tamanho sofrimento e tamanhas feridas?
    Suspirei sorrindo e duas vozes se uniram. Tão frias... Tão certas...
    - Ainda não sabes?


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 3:42 PM
    0 :... Encontre a si mesmo ...:

    9:56 AM
     

    Peças que se encaixam


    Há tempos o Abismo tentava me alertar os eventos que viriam. Mostrava-me os risos e as comemorações que seriam feitas e tocava-me com seus dedos gélidos relembrando-me das promessas feitas.
    Há tempos eu respirava prolongadamente, observando minhas próprias garras e a lança que brilhava de forma débil e azulada.
    Fechei meus olhos.
    Ele havia tomado sua decisão e nada mais eu poderia fazer além de cumprir o meu dever.
    O ar tornava-se mais pesado, pois a caçula em sua incompreensão dos fatos, gritava, chamava-me para que eu a ajudasse, mas só quem poderia ajudá-la era ela própria.
    Na aproximação do fato, minhas palavras tornavam-se baixas, vazias, pois a mente humana apenas juntava as informações alquebradas.
    Não havia mais porque me demorar. Meu corpo se tornava etéreo, suportando as mãos do Portador da Luz em minha essência, ao que eu alcançava as asas do mais velho dentro os Quatro.
    - Dai-me forças para fazer isso! – estremeci perante minha missão e as gélidas mãos se firmavam em meus pulsos.
    - Faça!
    O medo começava a se espalhar aos cantos inalcançáveis do Abismo, Elísio e Terra...
    A dor se espalhava à medida que a certeza se tornava imperiosa e minhas garras mergulhavam naquele corpo.
    Horror aos olhos de muito, à medida que meu corpo arrancava a essência daquele corpo.
    Gritos, estremeceres de corpos, mentes confusas que tentavam compreender o evento.
    O Abismo perdia de suas garras uma essência aprisionada em um corpo tolo.
    O Elísio perdia a essência que começava a se agrilhoar nas teias do Abismo.
    A Terra perdia aquele que com suas asas negras trazia paz; trazia tempestades.
    Com lábios trêmulos eu o recebia mais uma vez ao corpo tão marcado de batalhas.
    - Obrigado por salvar-me.
    Não havia dor, tristeza ou julgamento em seu tom de voz.
    Por mais que sentisse em minha alma a falha de uma de minhas missões, eu podia senti-lo tocar minhas asas em profundo agradecimento, enquanto adormecia meus pensamentos.
    Ele esperaria mais uma vez.
    Aguardaria o momento de despertar tudo aquilo que eu já havia sentido, previsto.
    Esperaria os momentos em que meus ânimos se acalmassem para compreender que tudo foi necessário.
    - Encontrar-nos-emos quando menos esperardes, assim como encontraste nosso irmão que sempre esteve ao teu lado.
    E minha mente compreendeu.
    Não sinto tristeza, dor ou sequer me resigno daquilo que precisei fazer.


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 9:56 AM
    3 :... Encontre a si mesmo ...: