Fiat Lux!

Nome: Anjo, Arcanjo, Caído, Guardião

Local: Abismo, ou até onde minhas asas puderem alcançar-te

O que amo: Aqueles a quem protejo

O que odeio: Tantas coisas que não vou nomeá-las, deixarei que descubram com o passar do tempo

O que não tolero: Que brinquem com os sentimentos. Sejam meus, seja daqueles a quem protejo.

Minhas Metas: Não há metas, pois nunca se sabe para onde os ventos hão de me soprar e o que vou enfrentar.

O que está escrito na lança: "Deseje o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que conseguir". - Ditado Árabe que jamais deve ser esquecido.

Direitos Autorais: © Todos os direitos são reservados. Os direitos autorais são protegidos pela Lei nº 9.610 de 19/2/98. Violá-los é crime estabelecido pelo Artigo 184 do Código Penal Brasileiro. Se você quiser copiar, não esqueça de divulgar a autoria.

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Prêmio Dardo

(2 Nomeações)

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Significado

"Reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstra sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras..."


Nomeadores:

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  • Ainda nomearei os demais...


    Blog de Ouro

    (1 Nomeação)

    Blog de Ouro


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    Regras:

    1 - Exibir a imagem do selo "Blog de Ouro".
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    5 - Publicar as regras.
    6 - Conferir se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.

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    1:50 PM
     

    Peças que se encaixam – Parte III


    Leia também:
    Peças que se encaixam
    Peças que se encaixam - Parte II
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    O aperto no coração aumentava, junto aos clamores que exigiam minha presença.
    Inquietação...
    Meu corpo estava cercado de mortais e de alguns dos caídos. Eu os escutava e por vezes sussurrava algumas palavras. Mas aquela presença era uma constante que me chamava e que usava antigos laços.
    Não poderia me atrasar mais, não quando se tratava daquela presença e com modo cortês me afastei daqueles que me rodeavam.
    - Clamaste meu nome... – Murmurei no lugar de nosso encontro.
    - Sabes que lugar é este?
    Sim, eu sabia que local era aquele. O Ambiente estava permeado de dor e sofrimento, da angústia de um inocente que fora violado e sacrificado em nome da depravação e insanidade momentânea. Meneei a cabeça em afirmação.
    - Tens sofrido demais. Tua paz baseia-se em resignação de um acaso que não lhe pertence.
    - Eu me encontro bem, Az...
    - O que vês? – interrompeu-me, antes mesmo que eu acabasse de pronunciar seu nome.
    Ele sabia como me fazer ir além daquilo que eu estava observando. Minha alma se inquietava, minhas asas se eriçavam...
    Ao horizonte eu via o Abismo crescendo junto às nuvens de tempestades vindouras. O sinal de que muitas revelações seriam feitas em breve e que eu deveria me preparar para cada uma delas.
    - Chame-o. Invoque-o. Peça que ele clame teu verdadeiro nome, não pelo qual adotaste.
    A exigência me causava calafrios, algo estava errado e ele estava tentando ser sutil por sua parte. Mas a sutileza dele sempre me causou arrepios.
    - Um dia nos encontraremos e quando eu falar teu verdadeiro nome, sentirás teu coração parar e o mundo sumirá sob teus pés.
    Não era uma ameaça, mas uma promessa. Meu corpo tremia, pois sabia por antecipação as insinuações daquelas palavras sussurradas ao vento.
    - Abra tuas asas. Rompa estes últimos grilhões... Exija teu verdadeiro nome...
    Meus olhos se fechavam perante o frio que tomava conta de meu corpo e ao abri-los, meus lábios invocaram aquele nome.
    O mundo girou ao meu redor, enquanto as palavras fluíam enigmáticas, buscando serem interpretadas e decifradas.
    A tensão crescia à medida que as respostas vinham de forma errada. Outras asas cresciam às minhas costas e ele alcançara quem queria alcançar. Desafiava-o, rompendo as sombras do Abismo em sua espada flamejante. Ganhava um sadismo cruel e sarcástico ao tomar a forma de Esfinge que mostrava suas presas e avançava por não ter sido decifrada.
    - Eu não me lembro! – Gritou o desafiado.
    Com sorriso aos lábios e corpo suado, os olhos daquele que me invocara me buscaram.
    - Vês? Resta-te apenas descobrir quem é esta verdadeira face.
    Meu corpo caía cansado, com as últimas palavras dele em minha mente e por um momento o mundo sumiu sob meus pés e meu coração parou por breves instantes...
    Mas isso havia sido apenas a lembrança do que ainda estaria por vir...
    - Azazel... Sua sutileza sempre me assombrou.


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 1:50 PM
    0 :... Encontre a si mesmo ...:

    3:42 PM
     

    Peças que se encaixam - Parte II


    Leia também:
    Peças que se encaixam
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    Meus olhos se mantinham baixos. Há algum tempo ele se encontrava unido a minha essência. Mais tempo comigo que por outros cantos sondando os humanos. Estava ferido de modo profundo e sentia suas feridas se abrirem à medida que o tempo ia passando e seus olhos presenciavam o feito dos demais.
    - Como agüentas? – murmurou-me vendo a quantidade de cicatrizes que se espalhavam por meu corpo e asas.
    Com um gesto, abri uma fenda ao Abismo para que sua essência se sentisse mais liberta e ele pudesse caminhar ao meu lado.
    - A cada nova encarnação, eu reaprendo, vivencio as mesmas batalhas e feridas.
    Suspirou em comum acordo que tinha comigo, pois sentira cada batalha que vivenciei, antes de despertar em sua atual vida que deixara de lado.
    - Mas não desistiras como desisti, como há muito venho desistindo.
    Abaixei meu semblante, mostrando meu lado pensativo, deixando minhas asas se abrirem portentosas, abrindo fendas no espaço-tempo. A cada fenda, uma janela tomava forma. Janelas de sofrimentos, de vidas, de amores sofridos, não realizados, não consumados; amores violentos, intensos, explosivos; amores raros felizes, por breves momentos e então um abraço.
    - Feche-as... Eu... Não suporto mais ver isso... – Murmurou-me de modo débil.
    - Não tenhas pena do que viste meu irmão, pois são estas marcas que tornaram mais forte quem nos libertara.
    A voz vinha baixa, grave, de modo imponente.
    Assustado vira-se buscando com os olhos quem o repreendera, mantendo o abraço em volta de quem mostrara tantas batalhas e seu coração surpreendera ao ver aquelas asas que mudam de cores como convém ao portador delas.
    - Liberto! Mas...
    Suspirei-me soltando do abraço que tentou me proteger e murmurei.
    - A mais tempo do que imaginas, nós nos encontramos. A mais tempo do que eu imaginava, ele se mantinha desperto... Mas o último grilhão apenas fora rompido, quando a venda retirei de meus olhos...
    Incredulidade pude sentir as asas dele e meu guardião, repreendeu-o mais uma vez.
    - Não ouses fazer isso, nosso irmão já sofreu por tempo demais...
    E uma janela permaneceu aberta...
    Com cena tão pesada se repetindo...
    Um corpo, caído ao chão, tão cheio de feridas e lança cravada perto do coração... Lágrimas que escorriam de quem segurava aquele corpo aos braços em sussurro tão desesperado...
    - “Por que me seguiste?”
    Interrompi a cena, fechando a janela antes do desfecho...
    - Por que fechaste? Por que o seguiras? Como agüentas tamanho sofrimento e tamanhas feridas?
    Suspirei sorrindo e duas vozes se uniram. Tão frias... Tão certas...
    - Ainda não sabes?


    Sussurrado por Tyr Quentalë - 3:42 PM
    0 :... Encontre a si mesmo ...: